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23.3.13
Frustração
Como disse quero poder compartilhar nesse lugar as felicidades e frustrações da jornada de um aspirante a escritor, pois servirá de aprendizado para mim, como para vocês, espero eu. De alguma forma. Pois então, ontem enviei um material para participar de um concurso de contos, além do trabalho de escrever, revisar e vencer as 80 páginas com qualidade (Deu 88 páginas) tem a parte pecuniria como pagar a encadernação e por último ainda o Sedex para MG. Okay, vale a pena por um sonho. Tá certo que o prémio não é publicar o livro em si, e sim 50 barão, mas é um concurso de gabarito importante e grana sempre é bem vinda. Não preciso ceder meu material pra eles também, perfeito. Tá, naquelas, o necessário.
Só que acontece que quando enviei no intervalo de almoço que tenho - deixei para o último dia, falha minha eu sei, mas acontece - tive que fazer tudo na corrida, mas deu certo. Achei, pelo menos. Acontece que ao sair do trampo e ter que esperar o ônibus resolvi sentar na escadaria do velho prédio e me deter em uma leitura da minha obra - Sempre tiro uma cópia pra mim, vale essa dica importante - e foi aí que minha esperança afundou como a bunda do Leonardo Dicaprio em Titanic.
Por algum motivo inexplicável fiquei com vontade de ler o último conto, um que tinha apenas uma única página que era o único texto positivo entre todos os outros que eu explorava a maldade humana. Minha surpresa foi que não havia ali aquele texto. Nem o último, nem o penúltimo. Nem muitos. Corri os olhos para o rodapé e a numeração ali indicava 66. Porra, eu tinha 88 páginas, com a capa, e um pedaço do meu livreto não estava ali. Bah, a sensação quando isso acontece é de que seu trabalho suado de algumas semanas foram para o valo. As moças da loja onde tirei o xerox não entenderam muito, mas até que foram solícitas. Vi elas conversando lá no fundo e quando voltaram foram até muito legais. Uma delas queria que mandássemos novamente e até pagariam o Sedex. Só que já não tinha Correios para isso. Comentei que vou tentar contato com o pessoal do Concurso Literário lá pelo dia 09/04 que é quando eles vão abrir todos materiais de uma vez para eliminar os errôneos e questionar se podem ao menos me comunicar se aquelas 3 cópias chegaram certinhas. Vai que das 4 cópias só a última saiu mais fina. Sinceramente acho que não. Elas disseram que se assim o for elas então me repõem os gastos. Acho justo, acho uma política correta. Mas vamos ver se assim será. E tem o gasto com o Sedex...
Sei que erros acontecem. E não quero prejudicar ninguém, mas quando fui pegar as cópias vi uma falta de atenção tremenda com os originais. Me deram um ticket para ir pagar no caixa enquanto iriam colocar apenas o espiral. Voltei com o carimbo no papel e minha obra estava parada em uma mesa abandonada enquanto uma das garotas que me atendeu mostrava um banner para uma outra cliente. Nem era banner, era uma fotocópia em papel A3 de Jesus Católico. Ficou mostrando a fotocópia, depois eles quiseram ampliar aquela imagem um pouco mais e ela foi fazendo. E meus personagens na deriva de uma mesa fria, esquecida. Depois de um tempo a que me atendeu pediu para outra garota por o espiral. Ué, elas não iam por enquanto eu estava pagando? Porra! Sei que seria uma boa conferir cada página, mas você nunca imagina que uma impressão de 88 páginas não sairá com o mínimo que você pediu: 88 páginas.
Enfim, o jeito é procurar e aguardar outro concurso bom - Vou tentar substituir 2 textos que coloquei a esmo ali na coletânea para fechar o limite - e ter mais cuidado com os terceiros que metem o bedelho em nossa obra. Quanto a esse concurso... Bem, melhor deixar pra lá.
Só que acontece que quando enviei no intervalo de almoço que tenho - deixei para o último dia, falha minha eu sei, mas acontece - tive que fazer tudo na corrida, mas deu certo. Achei, pelo menos. Acontece que ao sair do trampo e ter que esperar o ônibus resolvi sentar na escadaria do velho prédio e me deter em uma leitura da minha obra - Sempre tiro uma cópia pra mim, vale essa dica importante - e foi aí que minha esperança afundou como a bunda do Leonardo Dicaprio em Titanic.
Por algum motivo inexplicável fiquei com vontade de ler o último conto, um que tinha apenas uma única página que era o único texto positivo entre todos os outros que eu explorava a maldade humana. Minha surpresa foi que não havia ali aquele texto. Nem o último, nem o penúltimo. Nem muitos. Corri os olhos para o rodapé e a numeração ali indicava 66. Porra, eu tinha 88 páginas, com a capa, e um pedaço do meu livreto não estava ali. Bah, a sensação quando isso acontece é de que seu trabalho suado de algumas semanas foram para o valo. As moças da loja onde tirei o xerox não entenderam muito, mas até que foram solícitas. Vi elas conversando lá no fundo e quando voltaram foram até muito legais. Uma delas queria que mandássemos novamente e até pagariam o Sedex. Só que já não tinha Correios para isso. Comentei que vou tentar contato com o pessoal do Concurso Literário lá pelo dia 09/04 que é quando eles vão abrir todos materiais de uma vez para eliminar os errôneos e questionar se podem ao menos me comunicar se aquelas 3 cópias chegaram certinhas. Vai que das 4 cópias só a última saiu mais fina. Sinceramente acho que não. Elas disseram que se assim o for elas então me repõem os gastos. Acho justo, acho uma política correta. Mas vamos ver se assim será. E tem o gasto com o Sedex...
Sei que erros acontecem. E não quero prejudicar ninguém, mas quando fui pegar as cópias vi uma falta de atenção tremenda com os originais. Me deram um ticket para ir pagar no caixa enquanto iriam colocar apenas o espiral. Voltei com o carimbo no papel e minha obra estava parada em uma mesa abandonada enquanto uma das garotas que me atendeu mostrava um banner para uma outra cliente. Nem era banner, era uma fotocópia em papel A3 de Jesus Católico. Ficou mostrando a fotocópia, depois eles quiseram ampliar aquela imagem um pouco mais e ela foi fazendo. E meus personagens na deriva de uma mesa fria, esquecida. Depois de um tempo a que me atendeu pediu para outra garota por o espiral. Ué, elas não iam por enquanto eu estava pagando? Porra! Sei que seria uma boa conferir cada página, mas você nunca imagina que uma impressão de 88 páginas não sairá com o mínimo que você pediu: 88 páginas.
Enfim, o jeito é procurar e aguardar outro concurso bom - Vou tentar substituir 2 textos que coloquei a esmo ali na coletânea para fechar o limite - e ter mais cuidado com os terceiros que metem o bedelho em nossa obra. Quanto a esse concurso... Bem, melhor deixar pra lá.
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6.3.13
Pardon Pour Mon Français
Bonjour, mon amis. Se alguém perguntar para você qual é o lugar onde a arte mais abunda em suas diversas formas o que você responderia? Oui, oui... a França. Na lata! O país fervilha sentimentos e expressão própria o que explica como um pedaço de terra daquele tamanho seja capaz de manifestar com tanta força suas idiossincrasias. Vai dizer que você nunca pensou como que um idioma criado para meia dúzia de gente pudesse vingar? Frânces é a língua do amor e com certeza a melhor forma de contar sobre esse abstrato sentimento devorador de homens é por intermédio de um bom e velho livro. Pois eu estava lendo uma coluna assinada pela Carol Bensimon e ela estava a contar sobre o que viu na sua última estada na região do idioma mais assoviado do velho mundo. As apontações que ela fez me chamaram alguma atenção, entre essas observações dois fatos se sobressaíram dos demais e achei que seria oportuno comentar por aqui.
O primeiro diz respeito a quem quer lançar seu próprio livro. A colunista cita uma revista no qual indica que 17% dos franceses tem em algum recôndito de suas casas um manuscrito, ou seja, um quinto, quase, do povo do país do biquinho é composto de escritores de primeira viagem. Sonhadores, divagadores. Claro que a pesquisa não deixa claro se nessa fatia encontra-se apenas os cidadãos que nunca lançaram um livro ou se engloba famosos literários e marinheiros para uma segunda viagem. Enfim, fato é que a quantidade de pessoas que escreve é alta demais. Para sobreviver a essa enchurrada é necessário esmerilhar. Mais do que fazer direito, fazer icônico. Caso contrário você vai a deriva com todos os outros. Está certo que não dá pra comparar a cidade-luz com o centro popular de São Paulo, mas o que pega é que certamente há uma proporcionalidade de qualidade também. Então incentivo a todos, e a mim, a darem mais de suas almas aos seus escritos, pois certamente é isso que está faltando por em abundância por aí: Vida. Escrevam com paixão, revisem detalhadamente inumeras vezes seu material, ponham-os a prova de leitores ferrenhos e difíceis de agradar e depois divulgue como se fosse aquela sacada engraçada de Facebook. Tá, melhor que isso, né?
O segundo ponto eu dedico para quem quer um dia viver (unicamente) da ficção: Carol retira da cartola para nosso espanto que apenas 50 romancistas da França vivem unicamente de seus direitos autorais, de sua obra. Ou obras, vai saber. Em miúdos ela expõe que alguma coisa extra o peão vai ter que saber fazer para viver, esse sonho de ser uma J. K. Rowling é muito difícil, ainda mais fora dos cercos de interesse de mídias mais glamurosas como Hollywood. Enfim, é óbvio que mais gente vive de escrever, mas raríssimas lá na França de apenas rabiscar suas historietas. Entra aí na contabilidade de sobrevivência trabalhos publicitários, aulas e oficinas e algumas saias justas de vez em quando. então jamais pense que você vai viver unicamente disso. Pode acontecer, mas não deixe seu cérebro internalizar isso antes de acontecer. Jogue na Megassena e então se aposente, meu conselho.
Termino afirmando, que se der, que quero um dia conhecer a França. Uma biblioteca para cada 200 pessoas é algo incrível e inimaginável a nível de Brasil, sem tirar seus encantos naturais. E mesmo com todos esses problemas que eles enfrentam na área de interesse de um bookaholic é dos males o menor. Petit.
O primeiro diz respeito a quem quer lançar seu próprio livro. A colunista cita uma revista no qual indica que 17% dos franceses tem em algum recôndito de suas casas um manuscrito, ou seja, um quinto, quase, do povo do país do biquinho é composto de escritores de primeira viagem. Sonhadores, divagadores. Claro que a pesquisa não deixa claro se nessa fatia encontra-se apenas os cidadãos que nunca lançaram um livro ou se engloba famosos literários e marinheiros para uma segunda viagem. Enfim, fato é que a quantidade de pessoas que escreve é alta demais. Para sobreviver a essa enchurrada é necessário esmerilhar. Mais do que fazer direito, fazer icônico. Caso contrário você vai a deriva com todos os outros. Está certo que não dá pra comparar a cidade-luz com o centro popular de São Paulo, mas o que pega é que certamente há uma proporcionalidade de qualidade também. Então incentivo a todos, e a mim, a darem mais de suas almas aos seus escritos, pois certamente é isso que está faltando por em abundância por aí: Vida. Escrevam com paixão, revisem detalhadamente inumeras vezes seu material, ponham-os a prova de leitores ferrenhos e difíceis de agradar e depois divulgue como se fosse aquela sacada engraçada de Facebook. Tá, melhor que isso, né?
O segundo ponto eu dedico para quem quer um dia viver (unicamente) da ficção: Carol retira da cartola para nosso espanto que apenas 50 romancistas da França vivem unicamente de seus direitos autorais, de sua obra. Ou obras, vai saber. Em miúdos ela expõe que alguma coisa extra o peão vai ter que saber fazer para viver, esse sonho de ser uma J. K. Rowling é muito difícil, ainda mais fora dos cercos de interesse de mídias mais glamurosas como Hollywood. Enfim, é óbvio que mais gente vive de escrever, mas raríssimas lá na França de apenas rabiscar suas historietas. Entra aí na contabilidade de sobrevivência trabalhos publicitários, aulas e oficinas e algumas saias justas de vez em quando. então jamais pense que você vai viver unicamente disso. Pode acontecer, mas não deixe seu cérebro internalizar isso antes de acontecer. Jogue na Megassena e então se aposente, meu conselho.
Termino afirmando, que se der, que quero um dia conhecer a França. Uma biblioteca para cada 200 pessoas é algo incrível e inimaginável a nível de Brasil, sem tirar seus encantos naturais. E mesmo com todos esses problemas que eles enfrentam na área de interesse de um bookaholic é dos males o menor. Petit.
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3.3.13
10 Dicas para Escrever Melhor
Muitas pessoas sonham com a publicação de um livro, porém é necessário pensar, e assim sendo decidir-se, se o que se quer é apenas o objetivo de transformar em papel as letras extraídas a força de sua cabeça ou se planeja-se uma carreira como escritor. Essa segunda opção é mais complicada e exige algumas estratégias além de um pouco de talento e muitíssima paciência e disciplina. Estava pensando em algumas dicas para quem gostaria de praticar essa transição e elaborei algumas dicas que tenho notado observando escritores que se frustraram e aqueles que atingiram seu objetivo. Vou ser superficial e separar por hora apenas 10 dicas divididas em o que é válido tentar e o que se deve largar de mão.
Maneiras certas para escrever uma boa história:
Maneiras certaserradas para escrever uma boa história:
Maneiras certas para escrever uma boa história:
- Crie um enredo universal. Por mais que você tenha um nicho a quem queira atingir não é sábio restringir o gosto pela leitura apenas para os seus amigos de condominio. Se você escrever sobre um casal que se conhece desde pequeno baseado em conhecidos há de se criar um vínculo para as pessoas que irão ler seu texto, portanto não adianta focar que eles estudavam no seu colégio ou que gostavam de jogar botão com seu avô na garagem, é necessário tentar achar sentimentos e pensamentos que permeiam a humanidade há tempos imemoriais, como por exemplo, explicitar que a amizade bonita virou uma história de amor de tirar o folêgo mesmo ele sendo rejeitado por anos a fio até haver uma reviravolta quando ele segura-a firme e enquanto ela tenta escapar ele sela-a com um beijo. Leitores gostam disso, de reviravoltas, de rejeição e superação e de uma história de amor que vale a luta. Ainda alguns se indignarão por pensarem que ele aproveitou-se dela, mas críticas para onde a história se dirigiu é ótimo, diferente das apontadas para sua maneira de escrever.
- Crie tensão. Essa dica é velha, mas muita gente não gosta de usá-la ou ainda alguns acabam por não saber como fazê-la corretamente. Um livro onde todo mundo se desse bem não ia ter a menor graça, somos sádicos e queremos meter o mocinho em uma enrascada para depois torcer para que tudo se ajeite. O negócio é saber dosar esses "perigos" do dia a dia, guardando os melhores para o desfecho de cada parte essencial de seu livro.
- Pratique. Essa é mais velha que andar para frente. Pegue pelo menos 15 minutos para escrever todo dia e pelo menos leia um capítulo de ficção, por dia também. Ficção porque livro técnico não vai te ajudar em nada, acredite. Exercício completo esses dois anteriormente citados, treinando entradas e saídas de criatividade, digamos assim. Ah, o ideal mesmo é escrever e ler sempre que possível. As chances são maiores que esse um quarto de hora e vá, você passa mais tempo no Facebook. Tem que saber o que quer, certo?
- Crie personagens carismáticos. Treine isso, pratique fazendo esboços de poucas páginas e veja se eles são carismáticos e se você e quem for lê vai manifestar uma preocupação a respeito ou pelo um comentário jocoso: "Puxa, ela vai mesmo naquele lugar", "Ah, esse Serginho é cafajeste mesmo, hein".
- Arrume leitores de qualidade. Por mais que vovó Zucreide e a tia Zurma falem que você é jeitoso duvide sempre de parentes e amigos melosos. Peça ajuda de pessoas que não só não vão passar a mão na sua cabeça, mas ainda vão lhe apontar o que pode ser feito para melhorar.
Maneiras certas
- Abusar de palavras rebuscadas e difíceis não tá com nada. Isso já colou muito no passado, mas hoje em dia está em desuso, graças a Deus. O lance é caprichar na narrativa e na construção de personagens carismáticos.
- Agora vai uma opinião pessoal minha: Não abuse de diálogos. Por mais que não exista uma regra acaba caindo em uma sensação de livro vazio quando não existe uma camada de sutileza que é inserida com descrições de pensamentos ou de atos no espaço físico ou além.
- Não exagere demais na enrolação. Admiro demais Tolkien e Stephen King, mas não se pode negar que eles dão aquela enchida de linguiça para prolongar a leitura. Às vezes é bom, outras não. E se você não for genial como eles não tente ludibriar o leitor. Gostei muito do que li de Joe Hill por exatamente ele ir direto ao ponto em Estrada da Noite. Tirei o chapéu pra ele e sempre faço para quem me diverte sem firulas demais.
- Multiplas linhas de tramas. Tente focar em uma história, ou no máximo duas ou três. Às vezes temos tantas ideias e queremos realizar todas que simplesmente não terminamos nenhuma. Vá em frente, chapa.
- Não pense que quando o ponto final aparecer imperioso no final de todo aquele seu trabalho exaustivo que tudo está terminado. Revise uma vez lendo como professor Pasquale e após isso como se você estivesse no papel de se enterter. Para mim só dá certo essa parte depois de pelo menos um dia após a escrita. Tente isso.
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Divulgue esse monstro...

Sobre o autor do blog
Embora possa parecer clichê de chat do Terra, tenho 1.80m, moreno e sensual, haha. Gosto muito de ler, jogar games, mexer com programação e sonho em ser um escritor reconhecido nesse país que ama um Big Brother...
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